Lágrima Rios e Libertella. Elas e suas convidadas que irão escrever, desabafar, soltar o verbo acerca dos mais variados assuntos, com "aquele" toque agridoce das fêmeas. Sem queimar sutiãs, já que entendem que eles são finos. E caros.
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
joão teimoso.
Qual deve ser a moeda?
Qualquer sentimento exagerado que o valha?
Eu pego metade do meu drama. Troca por um pouco de atenção?
Eu sei que não.
Enquanto isso, a gente joga o jogo do ninguém ganha.
E eu com o sorriso estampado e olhos pintados. Engano bem.
Não faz mal.
Ou faz.
Só me pergunto com que olhos vou olhar para o acaso, caso o encontre.
Deveria ser com o olhar de gratidão.
Na verdade será mais uma vez um "foi dessa vez não".
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Back to black, please!
E mais uma vez eu tento tirar a teia desse blog, por mais uma vez precisar destilar o veneno todo que me consome. É tanta hipocrisia, falso moralismo, egoísmo e outros adjetivos tão escrotos, que se eu começo a listar todos, me torno exatamente o que eu queria criticar. Pessoas que julgam sem nem se quer olhar pro próprio nariz, literalmente.
Desde as eleições de 2010, percebi que esses temas polêmicos tais como a eleição presidencial, são legais até certo ponto em mídias sociais. Depois disso, viram um tédio, uma tentativa frustrada de lavagem cerebral e porque não citar, o desrespeito com ponto de vistas diferentes dos nossos.
Aconteceu o mesmo com um tema muito menos politizado, mas polemizado da mesma forma. A turnê brasileira de Amy Winehouse.
A expectativa se bifurcou em públicos distintos. Os que apreciam o trabalho de Amy, lamentam por sua trajetória, torciam por um show inesquecível (e não se esqueçam que nesse caso, o que tinha que funcionar era a perfomance da diva). E os que pagariam o que fosse, para tentar ver um circo de horror bem junkie, característica essa que todos sabemos que a própria é capaz. E aqui cito não só o público em geral, mas também parte da imprensa e demais """formadores de opinião""" com todas as aspas que tenho direito.
Mas daí a ter 70% de um público acefalado que vibrava com cada gole que ela tomava? Ou quando supostamente esquecia letras, dava piruetas, interpretava (sim, interpretava) algo bem mais perdido do que era? http://www.youtube.com/watch?v=HZoCllh8uGU
Não acho justo. Não com quem acompanha o trabalho, admira e torce para que junkie ou não, tudo acabe bem. Pior de tudo é ter que ficar ouvindo no show e voltar ås tais mídias sociais e ficar lendo as mais variadas ofensas. O bem bolado de xingamentos que são destinados å pessoa Amy e não å cantora. Mas peraí. Não seria a mesma galera que tava vibrando pelos goles alheios? Sim, era. E não era a mesma galera que estava bêbada, enlouquecida, pedindo seda pra todo mundo como se fosse obrigatoriamente maconheiro, quem tivesse pelo show? Sim, era.
Eu como uma pessoa que aprecia, só posso dizer que dentro das circunstâncias, adorei. Ela diferente dessa maioria, tem alma. E cantou com essa alma apesar dos pesares todos que ninguém precisa ler de novo. http://www.youtube.com/watch?v=_of9_N_NubY
Lamento por saber que aquele show era de uma natureza bem mais intimista, que tivesse um público que estivesse ali para ver uma apresentação musical. Assim talvez ela seria menos esnobe com quem a assiste por não ter que entender que é mais ovacionada por suas auto flagelações do que pelo que de mais belo consegue fazer.
Só o que eu posso torcer é que Amy seja mais esperta do que todo mundo pensa e que depois desse "pé de meia" com uma turnê destinada å farofa, ela volte pro underground, lugar esse que não deveria ter saído.
Pra quem concorda:http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/858856-boa-conduta-de-amy-winehouse-no-brasil-decepciona-paparazzi.shtml
Desde as eleições de 2010, percebi que esses temas polêmicos tais como a eleição presidencial, são legais até certo ponto em mídias sociais. Depois disso, viram um tédio, uma tentativa frustrada de lavagem cerebral e porque não citar, o desrespeito com ponto de vistas diferentes dos nossos.
Aconteceu o mesmo com um tema muito menos politizado, mas polemizado da mesma forma. A turnê brasileira de Amy Winehouse.
A expectativa se bifurcou em públicos distintos. Os que apreciam o trabalho de Amy, lamentam por sua trajetória, torciam por um show inesquecível (e não se esqueçam que nesse caso, o que tinha que funcionar era a perfomance da diva). E os que pagariam o que fosse, para tentar ver um circo de horror bem junkie, característica essa que todos sabemos que a própria é capaz. E aqui cito não só o público em geral, mas também parte da imprensa e demais """formadores de opinião""" com todas as aspas que tenho direito.
Mas daí a ter 70% de um público acefalado que vibrava com cada gole que ela tomava? Ou quando supostamente esquecia letras, dava piruetas, interpretava (sim, interpretava) algo bem mais perdido do que era? http://www.youtube.com/watch?v=HZoCllh8uGU
Não acho justo. Não com quem acompanha o trabalho, admira e torce para que junkie ou não, tudo acabe bem. Pior de tudo é ter que ficar ouvindo no show e voltar ås tais mídias sociais e ficar lendo as mais variadas ofensas. O bem bolado de xingamentos que são destinados å pessoa Amy e não å cantora. Mas peraí. Não seria a mesma galera que tava vibrando pelos goles alheios? Sim, era. E não era a mesma galera que estava bêbada, enlouquecida, pedindo seda pra todo mundo como se fosse obrigatoriamente maconheiro, quem tivesse pelo show? Sim, era.
Eu como uma pessoa que aprecia, só posso dizer que dentro das circunstâncias, adorei. Ela diferente dessa maioria, tem alma. E cantou com essa alma apesar dos pesares todos que ninguém precisa ler de novo. http://www.youtube.com/watch?v=_of9_N_NubY
Lamento por saber que aquele show era de uma natureza bem mais intimista, que tivesse um público que estivesse ali para ver uma apresentação musical. Assim talvez ela seria menos esnobe com quem a assiste por não ter que entender que é mais ovacionada por suas auto flagelações do que pelo que de mais belo consegue fazer.
Só o que eu posso torcer é que Amy seja mais esperta do que todo mundo pensa e que depois desse "pé de meia" com uma turnê destinada å farofa, ela volte pro underground, lugar esse que não deveria ter saído.
Pra quem concorda:http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/858856-boa-conduta-de-amy-winehouse-no-brasil-decepciona-paparazzi.shtml
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Porque de bêbada e acrobata, toda mulher tem um pouco.

Ideia de jerico. Totalmente. Dia desses tava num bar e percebi que a minha volta ao blog estava mais do que na hora. Casos amorosos? Não. Casos de família? Deixa essa pro SBT (Rá!). Foi algo totalmente rotineiro, mas que nesse dia, eu me perguntei demais porque tinha gente tão desnecessária nesse mundo.
Gente, tudo bem. Estamos em uma era que o desenvolvimento precisa ser repensado, as pessoas começam a analisar suas ações para com o ambiente (algumas vezes por pura obrigação). Entendo que produzimos lixo demais. Gastamos energia elétrica, petróleo e água doce muitas vezes desnecessariamente. Mas tudo tem limite. E esse caso que me deu insights textuais, é um deles.
Timer de Luz. A luz é programada para um determinado tempo. Se não houver movimentos no local ela se apaga. Geralmente elas são programadas para alguns minutos. 5 ou até mesmo 10 minutos. Ok. Bela iniciativa de quem sabe que corredores de prédio e outros lugares pouco movimentados gastam mais energia do que deveriam. MAS EM BANHEIRO DE BAR?
Digo, banheiro mesmo. Cabines individuais. De bar? Sério? Puta que pariu, olha! Parece que não basta o banheiro ser esse templo de mistério e acrobacias femininas e que ainda estão bêbadas, minha gente, é um bar. Quem frequenta o W.C em um bar é porque no mínimo bebe e precisa usar o banheiro.
Idealiza a cena. A pessoa tagarela, deixa pra ir ao banheiro no último momento. Chega, espera mais uns cincos minutos até outra pessoa sair. Entra desesperada. Vocês já viram como uma mulher usa o banheiro público? É uma aula prática de acrobacia. Sabe aquela brincadeira da "mão direita, bola verde, pé esquerdo, bola vermelha..."? É quase isso.
Temos que manter a consciência (que a cerveja já debilitou) para segurar a barra da roupa, ou ponta do vestido e/ou bolsa. Com a outra mão, a pobre tem que segurar o papel e ainda se equilibrar para não encostar nenhum segundo em nada. Aí me vem um bonitinho preocupado com a sustentabilidade, põe uma porra de uma lâmpada com timer e fora tudo isso, você ainda fica no escuro, no primeiro minuto. Tendo que adivinhar o que tá fazendo. E me diz como se faz, nessa semi pose de música de axé dos anos 90, para se movimentar e acender a luz? Não dá, gente. Simplesmente não dá.
É mole ou quer mais?
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
O buraco é mais embaixo.

Acredito que é quase unânime, mulher dizer que não gosta de filme pornô. E na maioria das vezes, isso é totalmente compreensível. É só pararmos para olhar e perceber.
Quase sempre são mulheres bonitas e gostosas e no caso dos atores, só precisam ter um falo de mais de 20 centímetros. As preliminares nas mulheres, só duram se for em filmes lésbicos, coisa que as mulheres não aguentam, (me refiro as heterossexuais, viu gente?) esse excesso de lesbianismo, que os homens adoram, o tal do voyeurismo das cenas de mulheres transando. Nós não necessariamente vemos algo de erótico nisso. E acreditem, as meninas que mais gostam de ver isso, estão assistindo com outras amiguinhas e não com os homens.
Enfim, a submissão bomba, a mulher sofre, força um gozo que só engana quem quer, o homem nunca se importa com o gozo alheio (no filme, pelo amor!) e nem nada soa de nem de longe algo real, para nós.
Logo, mulher não tem motivo pra gostar de filme pornô, certo?
E R R A D O !
Esse final de semana, eu passei muito tempo em frente ao computador e descobri essa diretora aqui: http://www.erikalust.com/
O que me deixou curiosa, foi primeiramente, saber que uma mulher grita para os quatros cantos do mundo que é diretora de filme pornográfico. E segundo lugar, foi ver o quão lógico foi o pensamento dela. As mulheres não gostam, porque nem de longe, se sentem estimuladas pelos filmes "convencionais".
Detalhes como roteiro mais real, trilha estimulante, preliminares de verdade, cenários, figurinos de bom gosto e atrizes com mais cara de mulher "como todas nós" são algumas das armas para que os filmes tenham caído no gosto feminino.
Infelizmente, ainda não tive o prazer (rá, trocadilho!) de assistir algum filme dela, mas através do texto: http://screamyell.com.br/site/2009/09/29/filme-porno-feminista/ podemos ver uma lista de motivos, para as meninas correrem para mandar buscar o seu e depois correr para o abraço (por assim dizer).
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Bonito pra nossa cara!!!

Bom, um belo dia, melhor, madrugada de terça, estou eu esperando dar uma hora da manhã, para ver um programa de entrevistas, com o Barack Obama. Vagando pela Tv a cabo, vejo uma apresentação do programa "Casa Bonita", e por questões antropológicas, resolvi assistir e ver melhor do que se trata.
Ok, eu já sabia que o tema"principal" era a exploração da imagem feminina, única e exclusivamente como objeto sexual. Mas juro, que nem de longe achei que fosse tão ridículo, vulgar e apelativo. Pra mim, aquilo ali deveria ser usado para “casting” de filme pornô. E não vou me achar plagiada se realmente for.
Hipocrisia e demagogia não! Eu nem gostaria de julgar ou criticar isso, liberdade é um princípio, e com ele o livre arbítrio. Mas eu não posso pensar naquele tipo de situação e não atrelar diretamente a cultura machista que nos cerca. Mulheres como depósito de esperma. Só isso. Liberdade passou longe, libertinagem bombou.
Além da vergonha alheia por ver que as provas são coisas do tipo "clip de abertura do cine privê", dancinhas de cabaré e insinuações de lesbianismo (forçadas, do tipo, “todo homem deseja transar com muitas mulheres”), senti mais vergonha ainda por ver que a maioria esmagadora das provas não testam a capacidade intelectual, de nenhuma. O máximo que acontece, são provas toscas, como por exemplo, elas tendo que escolher uma chave e abrir um cadeado e acreditem, ELAS FICARAM APAVORADAS. Com a exceção do dia de eliminação, que elas respondem perguntas sobre conhecimentos gerais (e só chutam e quase nunca acertam) e claro, SEXO.
Para dar mais embasamento ao texto, sem ter que ficar na sessão masoquista de assistir ao programa, dei uma olhadinha no site, que é: http://www.multishow.globo.com/Casa-Bonita e selecionei algumas coisas "pitorescas" por lá.
Primeiramente, a descrição do programa:
Casa Bonita: Moças bonitas, cenários paradisíacos e gincanas de tirar o fôlego vão fazer da Casa Bonita o lugar onde todo mundo quer morar.
Leia-se: Moças, já não são há muito tempo e cenários, que pelo formato do programa, poderia até ser o mesmo da sequência "Jogos Mortais" que ninguém notaria.
Casa Bonita: São 17 beldades escolhidas por você, confinadas em um reality imperdível e atrás de um mesmo objetivo: ser a dona dos seus sonhos.
Leia-se, 17 mulheres gostosas que procuram aumentar o seu cachê no mundo do mercado sexual ou arranjar um velho muitoooo rico.
http://www.youtube.com/watch?v=bvrnMN9kKSA
É muito ser "freak", por não achar nem de longe, esse tipo de coisa sensual?
Subamos!
Ok, eu já sabia que o tema"principal" era a exploração da imagem feminina, única e exclusivamente como objeto sexual. Mas juro, que nem de longe achei que fosse tão ridículo, vulgar e apelativo. Pra mim, aquilo ali deveria ser usado para “casting” de filme pornô. E não vou me achar plagiada se realmente for.
Hipocrisia e demagogia não! Eu nem gostaria de julgar ou criticar isso, liberdade é um princípio, e com ele o livre arbítrio. Mas eu não posso pensar naquele tipo de situação e não atrelar diretamente a cultura machista que nos cerca. Mulheres como depósito de esperma. Só isso. Liberdade passou longe, libertinagem bombou.
Além da vergonha alheia por ver que as provas são coisas do tipo "clip de abertura do cine privê", dancinhas de cabaré e insinuações de lesbianismo (forçadas, do tipo, “todo homem deseja transar com muitas mulheres”), senti mais vergonha ainda por ver que a maioria esmagadora das provas não testam a capacidade intelectual, de nenhuma. O máximo que acontece, são provas toscas, como por exemplo, elas tendo que escolher uma chave e abrir um cadeado e acreditem, ELAS FICARAM APAVORADAS. Com a exceção do dia de eliminação, que elas respondem perguntas sobre conhecimentos gerais (e só chutam e quase nunca acertam) e claro, SEXO.
Para dar mais embasamento ao texto, sem ter que ficar na sessão masoquista de assistir ao programa, dei uma olhadinha no site, que é: http://www.multishow.globo.com/Casa-Bonita e selecionei algumas coisas "pitorescas" por lá.
Primeiramente, a descrição do programa:
Casa Bonita: Moças bonitas, cenários paradisíacos e gincanas de tirar o fôlego vão fazer da Casa Bonita o lugar onde todo mundo quer morar.
Leia-se: Moças, já não são há muito tempo e cenários, que pelo formato do programa, poderia até ser o mesmo da sequência "Jogos Mortais" que ninguém notaria.
Casa Bonita: São 17 beldades escolhidas por você, confinadas em um reality imperdível e atrás de um mesmo objetivo: ser a dona dos seus sonhos.
Leia-se, 17 mulheres gostosas que procuram aumentar o seu cachê no mundo do mercado sexual ou arranjar um velho muitoooo rico.
http://www.youtube.com/watch?v=bvrnMN9kKSA
É muito ser "freak", por não achar nem de longe, esse tipo de coisa sensual?
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